Seria minha loucura, o que me aprisiona? - e também o que me liberta? Suspeito que sim. Mas antes, é preciso separar uma coisa da outra.
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Quero abrir. Quero me sentir livre dos cárceres que eu mesma contruí. A forma de algo não é sempre a mesma. A ordem das coisas mudam. Não devo, não quero e não vou me fechar, me ofuscar, me esquecer, me abandonar e me ignorar.
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