segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mas não!

Onde foram parar as vontades próprias? Onde estão as preferências? Em que buraco enfiaram as iniciativas? Quando é que somos indivíduos e não números? Quando é que é amor e não contrato social? O 'livre arbítrio' é só ilustração de um livro chamado constitução (escrito por pessoas um tanto quando sem noção das outras pessoas). Pra mim, abitrar livremente é ser o que se é e quer - e nem precisa saber ler (e eu adoraria que fosse zero o número de analfabetos). Eu li e ouvi que espontaneidade, criatividade, individualidade e demais derivados eram necessários para construir-me artista justa, coerente e competente. Mas não! Insisto em pensar e digo: que ser humano (?) é ter tudo isso e mais. É deixar-se ser.

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