segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mas não!
Onde foram parar as vontades próprias? Onde estão as preferências? Em que buraco enfiaram as iniciativas? Quando é que somos indivíduos e não números? Quando é que é amor e não contrato social? O 'livre arbítrio' é só ilustração de um livro chamado constitução (escrito por pessoas um tanto quando sem noção das outras pessoas). Pra mim, abitrar livremente é ser o que se é e quer - e nem precisa saber ler (e eu adoraria que fosse zero o número de analfabetos). Eu li e ouvi que espontaneidade, criatividade, individualidade e demais derivados eram necessários para construir-me artista justa, coerente e competente. Mas não! Insisto em pensar e digo: que ser humano (?) é ter tudo isso e mais. É deixar-se ser.
Diverso
Não existe forma fixa, nem 'inteireza' linear, igual.
Não sou cópia. Não somos cópias. Mas para ser a si mesmo, antes é preciso deixar-se ser. Conscientemente.
Não sou cópia. Não somos cópias. Mas para ser a si mesmo, antes é preciso deixar-se ser. Conscientemente.
O ciúmes
O ciúmes: fenômeno edificado pelo sentimento de posse, pelo egoísmo, pela insegurança, pela falta de amor próprio, pela burrice e pela ignorância.
Cada coisa no seu lugar
Seria minha loucura, o que me aprisiona? - e também o que me liberta? Suspeito que sim. Mas antes, é preciso separar uma coisa da outra.
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Quero abrir. Quero me sentir livre dos cárceres que eu mesma contruí. A forma de algo não é sempre a mesma. A ordem das coisas mudam. Não devo, não quero e não vou me fechar, me ofuscar, me esquecer, me abandonar e me ignorar.
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Quero abrir. Quero me sentir livre dos cárceres que eu mesma contruí. A forma de algo não é sempre a mesma. A ordem das coisas mudam. Não devo, não quero e não vou me fechar, me ofuscar, me esquecer, me abandonar e me ignorar.
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