Eram elas tão secas de sorrisos,
Tão ansiosas por aquele abraço.
Pois, elas tinham muito amor,
E ao mesmo tempo
Um temor do fim.
Nunca entendi o porquê de nossos braços se desencontrarem tanto.
Afinal, o sentimento sempre foi recíproco.
Mas algo enraizado na pele de nossas histórias (ou seria na alma?)
Impedia que nos aconchegássemos.
Dado isto, temos agora uma dor,
Um lugar de incompreensão,
Letargia, pasmaceira, às vezes raiva.
É, as coisas vão indo...
(...)
Acontece um dia d’a gente perecer,
E o abraço que nunca mais floreceu
Murchar até sumir.
É...
Isso sim, seria de enlouquecer.
sábado, 20 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Pôr-do-sol
Na imensidão de todos os sentidos
Imersos no azul anil de uma tarde
Crepuscular,
Encontrei-me nua, organicamente dilatada em vida,
Trançando os sentimentos
De uma vida inteira.
Uma vida inteiramente intensa,
Dentro de três corações quentes de amarelo solar.
Falamos de rosa, azul, amarelo...
Enquanto o tempo na sua cadência
Ia levando nossas almas para um
Lugar eterno, completamente inteiro
De amor.
Imersos no azul anil de uma tarde
Crepuscular,
Encontrei-me nua, organicamente dilatada em vida,
Trançando os sentimentos
De uma vida inteira.
Uma vida inteiramente intensa,
Dentro de três corações quentes de amarelo solar.
Falamos de rosa, azul, amarelo...
Enquanto o tempo na sua cadência
Ia levando nossas almas para um
Lugar eterno, completamente inteiro
De amor.
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