quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

esse estar mal diário

Meu ponto fraco é não conseguir rir para a nobreza rude.
Meu erro foi ter preguiça de gente estúpida: desaprendi,
ou sequer aprendi a ser simpática com gente antipática.
Insatisfação!
A vontade do justo por aí é mínima diante
da urgência de humanidade no mundo.
O ar das relações, sejam elas quais forem, é escroto.
O que vale é a política do pisar na cabeça do "coleguinha."
O que importa é ser bem grande na mesquinharia.
Mas já não é tempo de descansar um pouco?
A gente age como um bando de louco, oprimindo, humilhando,
trapaceando e fudendo com a vida do outro.
Poxa, será que já não é hora de parar um pouco,
deixar a vida acontecer solta, cada qual do jeito que gosta?
Talvez fosse melhor ter nascido estrela do mar, bicho-de-pé, carrapato sei lá...
qualquer coisa que fosse melhor do que essa imensidão de mal-estar.

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