quarta-feira, 11 de março de 2009

Seco

O dia-a-dia é um algo seco.
principalmente quando não sou
sensibilizada por um certo
momento de graça.
Segue o seco das horas,
dos afazeres de obrigação.
Engulo o seco do desgosto
de fazer um outro gosto.
É como se fosse uma pasmaceira
que pairasse sobre tudo ao redor.
Nessas horas a seco, queria
poder apertar um botão de desliga...
mas nós sabemos que desligar
é proibido.

2 comentários:

Luiza Camilo disse...

Ou não?

Anika disse...

Eu adoro reler coisas que escrevo, e depois pensar. sera que continua pensando assim?

Ate que sou bem contante, mas vou perdendo o radicalismo ou o azedumo, lentamente