Arcar com a vida não é coisa que se faz “ali rapidinho”, que se “da uma boa passada” e pronto. Arcar com as nossas escolhas, é saber ter pulso, ter controle da saída do ar que passa pela garganta e ter maturidade para escolher os tons certos nas situações que constroem, é saber controlar os movimentos que as mãos, os braços, as pernas e o corpo todo pode fazer, é compreender o silêncio, é ser maior, é ser gigante, é cruzar os limites do corpo e do espírito. Arcar com a vida, é saber que a partir do momento em que se escolhe ter isso ou aquilo na vida com essas ou aquelas pessoas, independente do grau da relação, tem-se que possuir a consciência de que arcar faz sempre parte das escolhas, arcar ou não, é como fazer ou não. Fazer e não arcar, é cometer um certo suicídio, atraso de vida, botar o ouvido na boca e as pernas na cabeça, chamar consciência de bunda. Um filho, um amigo, uma mãe, um tio, um conhecido, um olhar que se cruzou na rua, um amor... são compromissos de vida, não uma competição de cuspe à distância.
Um comentário:
Hum...eu já ouvi isso antes,rsrs!!!!!!!bjs
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